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Sarampo continua a matar na Huíla

  • Teodoro Albano

A campanah de vacinação em todo o país termina domingo, 5 de Outubro.

A província da Huíla registou nos últimos nove meses vinte e dois óbitos por sarampo em 1.240 casos diagnosticados.

Lubango, com 19 óbitos em 316 casos, foi a região mais atingida. As autoridades sanitárias esclarecem que a razão para o maior número de casos na capital da Huíla deve-se ao facto de se tratar do maior aglomerado demográfico.

Seguem-se os municípios da Matala, com 261 casos e zero óbitos, e Caluquembe, com 185 casos e dois óbitos.

Os números da doença são revelados numa altura em que decorre no país, desde 22 de Setembro até ao próximo 5 de Outubro, a campanha de vacinação contra o sarampo.

A chefe do departamento de saúde pública na Huíla Telma Diog, mostra-se feliz pelos resultados da campanha.

“A segunda fase da primeira etapa são os postos fixos, isto é, as unidades sanitárias e equipas móveis e avançadas que vão ser colocadas como pontos de vacinação nos aglomerados, nas praças nos mercados nas igrejas, onde há maior aglomerado de pessoas. Depois há uma segunda etapa, nas áreas rurais, em que vão se vacinar nos postos fixos nas escolas mais distantes", explica.

Quanto à vacinação da dose suplementar contra a poliomielite e a administração da vitamina A, Telma Diogo assegura que o processo decorre dentro da normalidade.

Para a vacina contra o sarampo a Huíla prevê atingir 751 mil crianças dos seis a menores de 10 anos, mais de 400 mil contra a poliomielite e igual número com a administração da vitamina A.

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