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Professores na Huíla reclamam por actualização das carreiras docentes

  • Teodoro Albano

João Francisco, presidente do Sinprof, na Huíla, Angola

João Francisco, presidente do Sinprof, na Huíla, Angola

Está ainda por resolver o problema de mais de cinco mil professores da Huíla que reclamam por actualização da carreira docente. Segundo o Sindicato de Professores (Sinprof), graças à greve do ano passado, cerca de três mil docentes terão visto o problema parcialmente resolvido com as promoções implementadas pelo Governo, mas o mesmo não acoteceu com a actualização das carreiras.

O secretário provincial do Sinprof na Huíla, João Francisco, fala de um novo grupo de membros na classe que reclama por actualização.

“Nós ainda não terminamos os cinco mil, mas o número que está a reclamar nesse preciso momento é já maior que aquele que nós estamos a prestar atenção. De um lado estão aqueles que já deviam entrar na reforma. Se estes forem para reforma na condição em que se encontram hoje vão insatisfeitos", disse o sindicalista.

João Francisco reitera que no conjunto das reivindicações que incluem dívidas antigas com a promessa de liquidação do Governo, a maior inquietação continua a ser a actualização da carreira docente.

“Esta problemática chama atenção. Se nós tivéssemos governantes no sector da educação que interagissem com os professores para ouvi-los, não de forma intimidatória, mas de forma pacífica na busca de soluções deviam perceber que as promoções não é a solução para o problema dos professores”.

A problemática dos professores na Huíla voltou a estar em análise numa assembleia convocada pelo sindicato da classe.

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