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Huíla tenta reabilitar quatro mil hectares de terra arável afetada pela seca

  • Teodoro Albano

Efeitos da seca (foto de arquivo)

Efeitos da seca (foto de arquivo)

Estiagem na Huíla leva responsáveis agrícolas a fazerem nova abordagem em zonas fortemente atingidas pela ausência de chuvas.

Cerca de quatro mil hectares de terras serão trabalhados nas zonas fortemente afectadas pela estiagem na última campanha agrícola na província da Huíla.

A intervenção irá envolver os municípios da Chibia mormente a zona sul, Gambos, parte da Humpata e a circunscrição de Quilengues tidas como zonas críticas em termos de condições agro-pastoris.

O director da Huíla do Instituto de Desenvolvimento Agrário, IDA, Nginamau Luzayawo, acredita nos resultados da intervenção com a introdução da mecanização agrícola e técnica de melhoria dos solos.

“Estamos a implementar já uma actividade muito importante sobre a correcção dos solos. A correcção dos solos permite que a terra, os solos recebam um incremento do calcário para permitir assimilação das plantas. A planta assimila os nutrientes no solo, isso corrige a estrutura e a textura para que realmente a componente vitaminosa seja importante para as plantas”.

Apesar da iniciativa é importante que as chuvas ajudem e para as zonas críticas entre 500 a 600 milímetros de quedas pluviométricas seriam fundamentais para o sucesso do programa.

“Nunca uma população saiu desta zona, quer dizer que, desde que tenhamos cerca de 500 a 600 milímetros, as população vão ter comida para comer”.

Estiagem na Huíla leva responsáveis agrícolas a fazerem nova abordagem em zonas fortemente atingidas pela ausência de chuvas. Quatro mil hectares com recurso a mecanização agrícola serão cultivados nas áreas críticas.
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