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Hospital da Beira precisa com urgência de obras de reabilitação

  • Francisco Júnior

Moçambique, Hospital Central da Beira

Moçambique, Hospital Central da Beira

O Ministério da Saúde está sem dinheiro para reabilitar todo o edifício do Hospital.

É a segunda maior unidade sanitária do país. Está localizada também no segundo maior centro urbano do país. Hospital Central da Beira.

Um Hospital a precisar com urgência de obras de reabilitação. Quase todas as enfermarias do bloco principal do Hospital estão com problemas, como reconhece o Director-Geral daquela instituição, Augusto César Macome, entrevistado pela Voz da América.

O Hospital Central da Beira tem capacidade para oitocentas e cinquenta e três camas.
Tem 1615 funcionários, dos quais 113 são médicos e, destes, 84 são médicos especialistas. Tem ainda pouco mais de 450 enfermeiros.

O Ministério da Saúde está sem dinheiro para reabilitar todo o edifício do Hospital. Mas, enquanto as autoridades procuram os meios financeiros necessários, vão sendo feitas algumas obras de beneficiação.

Com verbas disponibilizadas pelo próprio Ministério de tutela, já iniciou, por exemplo, a reabilitação e funcionalização dos serviços de reanimação que incluem a hemodiálise.

Hemodiálise, serviço que é fundamentalmente para os doentes com problemas de insuficiência renal crónica ou aguda, só existe neste momento no Hospital Central de Maputo, o maior do país.

Segundo Augusto César Macome, os serviços de hemodiálise deverão estar a funcionar no Hospital Central da Beira em Outubro deste ano.

E, ainda este ano, com fundos de alguns parceiros de cooperação, estão previstas também novas construções, naquela unidade hospitalar da região centro de Moçambique.

Macome falou de um bloco com capacidade para cerca de trezentas camas.
Todas as obras previstas para este ano no Hospital Central da Beira, revelou o Director-Geral da Unidade sanitária à Voz da América, estão avaliadas em 2 milhões e 190 mil dólares americanos.
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