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Hong Kong: China insiste para EUA não interferir após pedido de investigação


O Governo chinês afirmou hoje que "nenhum país estrangeiro tem direito a interferir" nos assuntos internos da China, em resposta aos Estados Unidos que pediram uma investigação à agressão policial a um manifestante durante os protestos em Hong Kong.

"Como Região Administrativa Especial chinesa, os assuntos de Hong Kong são internos e nenhum indivíduo ou país estrangeiro tem direito a interferir", disse hoje, 16, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Hong Lei, em conferência de imprensa.

O mesmo responsável frisou também que Hong Kong está a investigar um vídeo que mostra vários polícias a agredirem um manifestante durante os intensos confrontos que tiveram lugar na madrugada de quarta-feira, que terminaram com 45 detidos. O porta-voz ministerial concluiu ainda que, desde que Hong Kong retornou à China (1997), os direitos e liberdades dos seus cidadãos foram completamente assegurados".

Os Estados Unidos exigiram na quarta-feira às autoridades de Hong Kong uma "investigação rápida, transparente e completa" sobre a alegada agressão policial.

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