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Hillary Clinton: América quer "geração sem SIDA"


Hillary Rodham Clinton duscursa perante a XIX Conferência Internacional sobre SIDA, em Washington, a 23 de Julho de 2012

Hillary Rodham Clinton duscursa perante a XIX Conferência Internacional sobre SIDA, em Washington, a 23 de Julho de 2012

Discursando na Conferência Internacional, secretária de Estado americana promete luta sem tréguas para vencer HIV e SIDA

A secretária de estado americana, Hillary Clinton, disse segunda-feira que os Estados Unidos estão empenhados em criar "uma geração sem SIDA".

Discursando na Conferência Internacional sobre esta doença, que decorre em Washington, a chefe da diplomacia americana disse que os Estados Unidos estão a trabalhar para criar sistemas de saúde sustentáveis "que nos ajudem a vencer esta batallha".

"Os Estados Unidos estão e continuarão empenhados em alcançar uma geração sem SIDA. Não vamos recuar. Não vamos desistir. Lutaremos pelos recursos necessários para alcançar este feito histórico", disse Clinton.

Segundo as Nações Unidas, em 2011 havia, em todo o Mundo, 34 milhões de pessoas a viver com o vírus da SIDA que matou 1.7 milçhões de pessoas.

Parea a chefe da diplomacia dos Estados Unidos, o combate ao VIH e à SIDA impõe um diálogo sobre questões delicadas, que "alguns líderes não querem enfrentar", como, por exemplo, "corrupção nos governos e a compra e distribuição de medicamentos" ou lidar com toxico-dependentes que se injectam

Mas isso, diz a secretária de Estado, são coisas necessárias, para ajudar os governos a decidir como vão gerir o combate à doença.

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