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Guiné-Bissau reforça medidas contra o ébola

  • Alvaro Ludgero Andrade

Guiné Bissau, Eleições 13 de Abril 2014, campanha de Nuno Nabiam

Guiné Bissau, Eleições 13 de Abril 2014, campanha de Nuno Nabiam

Autoridades não fecharam as fronteiras por isso contam com a participação da população para ajudar a identificar eventuais suspeitos.

O ébola transformou-se numa epidemia incontrolável que se alastra pela África Ocidental e que ameaça outras regiões do continente e do mundo.

Países afectados reforçam medidas sanitárias e de segurança, companhias aéreas suspendem voos para os países que enfrentam a doença e o mundo está em alerta.

Na Guiné-Bissau, o Conselho de Ministros aprovou uma série de medidas de combate mas o país enfrenta algumas dificuldades.

A Guiné-Bissau faz fronteira com a Guiné-Conakry, país que registou os primeiros casos de ébola, mas que nas últimas semanas tem vindo a estabilizar a epidemia, que é já considerada a pior e a mais mortal da história.

Por isso, o Conselho de Ministros aprovou uma série de medidas, segundo o Director Geral de Prevenção e Promoção da Saúde Nicolau D´Almeida.

Apesar dessas medidas, que incluem ainda muito material informativo, tanto impresso como programas de rádio, os técnicos de saúde enfrentam algum desconhecimento do ébola, em virtude de ser a primeira vez que essa doença ameaça a Guiné-Bissau, como explica Nicolau D´Almeida.

As autoridades guineenses não fecharam as fronteiras por isso contam com a participação da população para ajudar a identificar eventuais suspeitos.

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