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Guiné-Bissau no pós-mesa redonda

  • Lassana Casamá

Domingos Simões Pereira

Domingos Simões Pereira

Delegação governamental viajou para Bruxelas onde vai apresentar projectos para o desenvolvimento do país até 2025.

A delegação guineense que vai apresentar o Plano para a Conferencia de Doadores, na mesa redonda do próximo dia 25 deste mês, em Bruxelas, deixou o país hoje, 20, tendo à frente o primeiro-ministro. O Presidente da República e representantes de organização da sociedade civil juntam-se mais tarde à delegação.

Entre os sectores que constam do plano que vai ser submetido aos doadores destacam-se as pescas, infra-estruturas, agricultura e ambiente.

Josué D’Almeida, economista e conhecedor do documento que vai ser apresentado na Mesa Redonda e que define metas de desenvolvimento em duas etapas, 2015 a 2020 e 2020 a 2025, não tem dúvidas que é preciso reorganizar a administração estatal para poder implementar as ambições do Governo que constam do plano em causa.

Mesmo com uma visão optimista sobre a mesa redonda, Josué D’Almeida lembrou que no passado o handicap da Guiné-Bissau assentava-se na dificuldade de implementação dos seus planos ou estratégias acordados com os parceiros internacionais.

Numa avaliação sobre aquilo que poderá ser o impacto positivo do encontro de Bruxelas para o futuro da Guiné-Bissau, não obstante ter admitido que o país apresenta uma fraca capacidade de absorção dos fundos, o economista acredita que a aplicação do plano da mesa redonda poderá resultar-se na estabilidade económica do país.

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