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Guiné-Bissau: Discriminação de mulheres é comum, dizem activistas

  • Lassana Casamá

Mercado de Bandim, Bissau

Mercado de Bandim, Bissau

Na Guiné-Bissau a discriminação das mulheres continua a ser moeda corrente e muitas activistas insurgem-se contra essa realidade.

Luísa Pereira, professora e presidente da Rede das Mulheres Professoras da Guiné-Bissau, concorda com a teoria das mulheres serem vítimas de discriminação.

Uma atitude que, na sua opinião, deve ser censurada, sustentado que a mulher é base da família e da sociedade.

”A mulher é base de toda a sociedade de todas as categorias profissionais, porque mulher em casa organiza e assim também faz no seu posto de serviço”, diz

Helena Said, da Plataforma Política das Mulheres guineenses, lembrou que o lema deste ano aponta a igualdade de oportunidade, entre o homem e a mulher, até 2030.

“É ser mulher para enfrentar os desafios, enfrentar o machismo e defender os interesses superiores da mulher e do homem e promover um espirito de igualdade entre o homem e a mulher”, completa Said.

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