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PAIGC não aceita proposta de pacto do PR


Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau
Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau

O partido no poder na Guiné-Bissau, o PAIGC, não aceita a propsota de pacto apresentada pelo Presidente da Repúblcia, enquanto o PRS, na oposição, tem uma leitura contrária.

Crise politica continua na Guiné-Bissau 2:30
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O projecto concebido por José Mario Vaz quer, entre outras medidas, que que os 15 deputados expulsos do PAIGC regressem ao Parlamenta, está a suscitar alguma suspeição por parte de alguns actores políticos, principalmente, o PAIGC

Manecas dos Santos, um dos veteranos do partido no poder diz ser "um acordo inaceitável, porque retoma apenas as propostas do PRS, dos 15 deputados e, eventualmente, da Presidência da República, sem ter em conta o PAIGC, a Assembleia Nacional Popular e outras forças vivas que não têm a mesma opinião"

Santos diz que o PAICG enviou uma contraproposta e "fizemos ver ao Presidente da República que não é muito consentâneo com a realidade, pois parece muito com os acordos que são celebrados em transição ou golpes de Estado".

Para aquele histórico da Independência, "nós não estamos em transição nenhuma porque há uma legalidade que está de pé e há um partido que venceu as eleições”.

O PRS, um dos actores incontornáveis nesta crise, concorda com a proposta do Presidente da República.

Victor Pereira, porta-voz do partido, afirma que o importante neste momento é constituir uma base política federativa, que passe pela inclusão dos 15 deputados expulsos do PAIGC, o próprio partido vencedor das últimas eleições legislativas, e o PRS, enquanto a segunda força política no parlamento.

“Nós naturalmente estamos de acordo e pretendemos que caminhemos juntos com o Presidente, o PAIGC e os 15 para encontrar uma solução, fazendo passar o programa do Governo e o Orçamento geral do Estado”, reitera Pereira.

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