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Estudantes e encarregados de educação solidários com professores em Angola

  • Manuel José

Estudantes

Estudantes e encarregados de Educação disseram à VOA que, apesar de alguns prejuizos com a paralisação das aulas durante os três dias da greve dos docentes realizada na semana passada, estão solidários com os professores e exigem que a entidade patronal atenda as suas reivindicações para a solução urgente doa problemas elencados.

Alguns professores questionados sobre o impacto da paralisação asseguraram que eles tinham sido muito condescendentes, mas tinham mesmo que avançar já que as reivindicações são bastante antigas.

"É claro que a paralisação penaliza de alguma maneira os estudantes mas tínhamos mesmo que parar", disse um dos docentes.

"Eu acho justo que os professores reivindiquem os seus direitos porque eles também precisam de um salário condigno para sustentar os seus filhos, fica mal eles trabalharem e não serem bem pagos, nós tambem ficamos prejudicados porque as provas estão proximas mas os professores estao no seu direito", disse um aluno, enquanto outro considera não ser "justo que o Governo nao pague condignamente os professores".

Quem também se mostra solidário para com os professores são os encarregados de educação que pedem ao Executivo para honrar os compromissos com os professores.

"O Governo deve pagar o salário aos professores para que eles possam trabalhar com vontade, eu, como encarregada, acho justa a greve dos professores reivindicarem melhores salarios porque saco vazio não fica de pé".

Outros entrevistados seguiram o mesmo diapasão, com alguns a perguntar "se existe dinheiro para depositar no Dubai e em Portugal por que não há dinheiro para pagar condignamente os professores?

Acompanhe a reportagem:

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