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Governo de Angola mantém ajuda às vítimas da seca e da chuva no Sul até meados do próximo ano

  • Teodoro Albano

As autoridades angolanas garantem assistência às populações sinistradas pela seca e inundações em seis províncias do Sul de Angola até Junho de 2014.

Para avaliar o grau de implementação do plano de contingência que vigora desde Maio do corrente ano, a comissão ministerial de assistência às populações trabalhou nas províncias do Cunene e da Huíla.


No Lubango onde se reuniu, a comissão concluiu que o trabalho até aqui realizado é positivo. O executivo assegura ter já gasto em bens o equivalente a mais de 10 mil milhões de kwanzas em assistência à população, revelou o coordenador da comissão e ministro do planeamento e desenvolvimento territorial, Job Graça.

“O que se traduziu em termos físicos na entrega e distribuição de cerca de 7.643 toneladas de bens alimentares de primeira necessidade para além de equipamentos de transporte, imputes agrícolas e meios médicos e medicamentosos como nos referimos antes”, afirmou.

O orçamento global do plano de contingência está avaliado em 38 mil milhões de kwanzas para assistir 650 mil pessoas nas províncias do Cunene, Namibe, Huíla, Kuando-Kubango, Benguela e Kwanza-Sul.

Cunene e Huíla são as regiões que apresentam maior preocupação em relação a água.

O ministro de Energia e Águas João Baptista Borges falou dos esforços para minimizar a crise de água em algumas regiões que passa pela construção de furos

“Nós estamos neste momento com um total de 29 furos de um conjunto de 120 furos para realizar a nível da província do Cunene. Foi também concluído um conjunto de furos na Huíla e mais concretamente nos Gambos que permitiu digamos aumentar significativamente a quantidade de água aduzida nessa região", adiantou.

A reunião de avaliação juntou ainda os governadores de Benguela, Kuando-Kubango, Cunene, Kwanza-Sul, e da província anfitriã Huíla.
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