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Primárias EUA: Escândalo sexual põe Gingrich na defensiva


Marianne Gingrich, ex-mulher de Newt Gingrich (Foto de Arquivo)

Marianne Gingrich, ex-mulher de Newt Gingrich (Foto de Arquivo)

Marianne alega que este lhe propôs que aceitasse o facto de ele estar envolvido com uma funcionária do seu gabinete

Está ao rubro a campanha para a escolha do candidato republicano para a corrida eleitoral à Casa Branca. Este sábado, nas eleições primárias no Estado da Carolina do Sul, os quatro candidatos republicanos vão passar por uma prova decisiva.

A campanha teve um volte-face inesperado com um dos candidatos acusado de adultério pela ex-mulher. O ex-líder dos republicanos no Congresso, Newt Gingrich foi obrigado a defender-se de acusações da sua ex-mulher Marianne que alega que este lhe propôs que esta aceitasse o facto de ele estar envolvido com uma funcionária do seu gabinete, continuando casado com ela.

Entrevistada pela rede de televisão ABC, Marianne não teve papas na língua: “Eu disse-lhe, Newt, estamos casados há muito tempo. E ele disse, sim, mas tu queres que eu seja só teu. Callista não se importa com isso. E ele pediu-me para ter um casamento aberto e eu recusei-me a aceitar que ele tivesse outra mulher na sua vida”.

Gingrich, eventualmente, divorciou-se da sua mulher Marianne e casou-se com a sua amante, Calista Bisek, que participa agora como sua esposa na sua campanha eleitoral.

Gingrich não só negou as alegações feitas pela sua ex-mulher como considerou “destrutivas, maldosas e negativas” as notícias postas a circular nos media, criticando o jornalista John King, da CNN, que, na sexta-feira à noite, abriu o debate televisivo entre os quatro candidatos com uma pergunta directa sobre a vida privada daquele candidato.

As sondagens apontam para uma eventual vitória de Newt Gingrich nas eleições de sábado na Carolina do Sul, à frente de Mitt Romney, ex-governador do Estado de Massachusetts, do ex-senador Rick Santorum e do congressista Ron Paul.

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