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FNLA pede fim da intolerância política em Angola

  • Manuel José

Ngola Kabango

Ngola Kabango

Ngola Kabango pediu a intervenção urgente de José Eduardo dos Santos.

Angola pode descambar para um conflito se o Presidente da República se mantiver em silêncio perante os vários casos de intolerância política que acontecem em Angola, adverte o líder histórico da FNLA, Ngola Kabango que pediu a intervenção urgente de José Eduardo dos Santos.

Ngola Kabango, que falava em exclusivo à VOA, considerou ser o Presidente da República José Eduardo dos Santos o único que pode parar com os vários assassinatos, decorrentes da intolerância política que se verificam um pouco pelo país.

Kabango disse que basta o Presidente da República fazer um pronunciamento sobre o assunto que as rixas entre os militantes do seu partido e sobretudo os da Unita terminarão.

"Estando o país perante uma situação que pode descambar para a intolerância de mortes aqui e ali, depois de tantos relatos públicos, devia caber agora ao Presidente da República dirigir uma mensagem a todos os sectores do país, no geral, e, em particular, aqueles sectores envolvidos nestas rixas e actos de intolerância, não se diz nada!".

Kabango socorre-se a uma máxima popular para apelar a José Eduardo dos Santos uma intervenção enquanto há tempo.

"Como é que um pai da Nação, pai de uma família deixa a sua família, os seus filhos destruírem-se sem levantar a voz? É preciso levantar a voz porque neste momento já não há duvidas que há intolerância política em todo espaço nacional, é o apelo que deixo ao Presidente da República", exorta o líder da FNLA.

Recorde-se que o mais recente caso de intolerância política aconteceu com o primeiro secretário do MPLA e governador do Bie a assumir publicamente os actos que ocorreram naquela província, com Boavida Neto a ameaçar bater os membros da Unita no Bié.

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