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FNLA em Malanje desapontada com Lucas Ngonda

  • Isaías Soares

Simba Matuvanga

Simba Matuvanga

A sede da FNLA nesta circunscrição e das demais províncias do país não beneficiam o fundo de maneio desde que Lucas Ngonda assumiu a liderança da organização política.

A direcção da Frente Nacional de Libertação de Angola na província de Malanje diz que o presidente Lucas Mbengui Ngonda pouco fez durante o seu mandato de quatro anos.

As acções foram negativas considerou o segundo secretário Simba Matuvanga, acusando o líder de ter violado vários artigos dos estatutos da organização, o que agudizou a divisão interna depois da realização do terceiro congresso entre 4 e 7 de Julho de 2010.

“A desunião continua dentro do partido, criaram-se quatro grupos, nomeadamente o irmão Ngola Kabango está à parte os seus apoiantes, o irmão Carlinhos Zassala idem também com os seus apoiantes, os irmãos Castro e irmão Laís, também do outro lado e por frustração ia parar na Nova Democracia e por último o grupo dos seis”, descreveu Matuvanga.

Aquele dirigente especificou que o grupo dos seis “era o gira-discos do partido que era o irmão Miguel Pinto, Vicente Albino, João do Nascimento, a irmã Rosita e o irmão Paulo Jacinto”.

Quando faltam apenas dois meses para o fim do mandato está silenciada qualquer acção que visa apreciar e aprovar o relatório de actividades e contas do partido e passaram-se mais de 10 meses para a convocatória do congresso ordinário que deve ser formalizado em reunião do Comité Central, órgão credível para definir a composição da comissão preparatória.

As eleições gerais realizadas recentemente em Angola deixaram os membros da direcção da FNLA na região de mãos atadas. A direcção central do partido ainda não pagou os subsídios dos fiscais e de permanência dos membros do secretariado provincial local.

O segundo secretário provincial da Frente Nacional de Libertação de Angola em Malanje Simba Matuvanga confirmou que os quadros permanentes do secretariado de Luanda “recebem, todas as províncias, mas nós não recebemos nada e não sabemos o por quê e que tipo de funcionamento o doutor Lucas está levar para o futuro do funcionamento do partido”.

A sede da FNLA nesta circunscrição e das demais províncias do país não beneficiam o fundo de maneio desde que Lucas Ngonda assumiu a liderança da organização política.

O avançado estado de degradação da instalação do partido obriga os membros a se reunirem em locais ad hoc, sem qualquer equipamento informático e agravado com a ausência de viatura para apoiar os trabalhos da Frente Nacional de Libertação de Angola
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