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FMI Avisa São Tomé Sobre Dívida


FMI Avisa São Tomé Sobre Dívida

FMI Avisa São Tomé Sobre Dívida

Perspectivas para um regresso a um alto nível de crescimento não são boas devido á crise internacional. Em particular o investimento directo estrangeiro não deverá ter uma retoma a curto prazo.

O Fundo Monetário internacional avisou São Tome e Príncipe que corre o risco de caír numa situação perigosa de dívida. O aviso foi feito numa declaração do responsável do FMI para São Tomé e Príncipe.
A declaração foi emitida na sequencia da visita a São Tomé e Principe de uma equipa do FMI que este no arquipélago entre 7 e 20 de Maio. Para discussões ao abrigo do chamado artigo IV da organização e que prevê consultas regulares entre os países membros e a organização.
Na declaração o responsável do FMI para São Tome, Tsidi Tsikata diz que em 2004 o crescimento económico da ilha caiu de uma média de seis por cento para quatro por cento acrescentando que as perspectivas para um regresso a um alto nível de crescimento não são boas devido á crise internacional. Em particular, diz a declaração, o investimento directo estrangeiro não deverá ter uma retoma a curto prazo.
O responsável do FMI disse que a inflação continuou a cair e descreveu a introdução da ligação entre a moeda nacional e o euro como tendo decorrido com sucesso e algo que deverá resultar em mais progresso no abaixamento da inflação e das taxas de juro aumentado a actividade económica.
O FMI fez notar que o governo fez uso da conta nacional de petróleo e de privatizações para projectos de investimento e para compensar por rendimentos fiscais doações externas mais fracos.
O FMI sugeriu ao governo de São Tomé que crie mecanismos para o ajustamento automático dos preços de combustíveis e de electricidade. Isto, disse, iria permitir ao governo melhor planificar os seus recursos orçamentais para proteger programas de protecção social.
No que diz respeito á divida a declaração afirma que apesar do alivio substancial da divida São Tome permanece em alto risco de voltar a cair em dificuldades de divida devido fraca capacidade de produção e exportação.
O FMI disse apoiar o empenho do governo em evitar o crédito comercial e em vez disso fazer uso de doações ou empréstimos em termos favoráveis par aos seus programas de desenvolvimento.

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