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Festival da Lusofonia em Nova Iorque: Uma oportunidade para a interacção

  • Amâncio Miguel

Fantcha

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Fantcha, de Cabo Verde, espera "uma boa convivência", e Isabel Novela, de Moçambique, sente "uma grande responsabilidade".

As cantoras Isabel Novela e Fantcha, respectivamente de Moçambique e Cabo Verde, acreditam que o Festival da Lusofonia, na segunda semana de Setembro, em Nova Iorque, será um espaço de interacção entre os artistas falantes de Português.

Além de ser mais uma oportunidade para expor a música de Cabo Verde, Fantcha não tem dúvidas que o festival proporcionará “uma boa convivência”, que pode resultar em colaborações.

“Espero, próximo ano, ter uma colaboração com artistas de Portugal”, diz a cantora radicada nos Estados Unidos.

Fantcha, seguidora da diva Cesária Évora, actuará a 17 de Setembro, na Town Hall, antes da brasileira Ana Carolina.

Actuar em Nova Iorque "é um grande marco na minha carreira" - Isabel Novella

Actuar em Nova Iorque "é um grande marco na minha carreira" - Isabel Novella

​No dia seguinte, e antes de Ricardo Lemvo, artista com raízes angolanas, a moçambicana Isabel Novella fará a sua primeira actuação na América.

“É uma responsabilidade, um grande marco na minha carreira, que poderá ajudar a colocar Moçambique no mapa mundial das artes”, diz.

Novella, que vem de uma família de artistas, espera que o festival ajude a “abrir portas para outros artistas” falantes de Português.

O Festival da Lusofonia, integrado na celebração dos 30 anos do World Music Institute, inclui a fadista e poetisa portuguesa Lula Pena e grupo brasileiro Os Mutantes.

Acompanhe a entrevista com as duas conceituadas cantoras:

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