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Moçambique e Angola na defesa da fauna e flora bravias em Joanesburgo

  • Simião Pongoane

Rinocerontes

Rinocerontes

Moçambique lamenta redução de rinocerontes.

Mais de três mil delegados de 183 países participam na conferência internacional sobre a convenção relativa à fauna, flora e comércio de espécies (CITES) em perigo de extinção, que decorre em Sandton, na África do Sul.

Na abertura da conferência foi anunciado o regresso de Angola, que estava suspensa por incumprimento das regras de jogo da CITES sobre a conservação da fauna.

A delegação moçambicana espera reconhecimento pelos progressos registados na conservação da fauna, flora e combate à caça furtiva.

Segundo o Director Nacional das Áreas de Conservação, Bartolomeu Soto, a produção de uma nova legislação que criminaliza a caça furtiva catapultou o estatuto do pais da categoria 3 para 2 na escala mundial de 1 a 4.

Bartolomeu Soto disse que há três casos de caça furtiva julgados e condenados na sequência da nova legislação.

Os criminosos foram condenados a penas que vão até 12 anos de prisão por causa da caça ilegal de elefante, na província do Niassa, no extremo norte do pais.

Entretanto, Soto lamentou a redução de rinocerontes em Moçambique.

Este animal é muito procurado por caçadores furtivos, nos últimos anos, para a extracção dos cornos.

O Presidente sul-africano, Jacob Zuma, que procedeu à abertura da conferência da CITES, disse que o seu pais acolhe 70 por cento da população mundial de rinocerontes e 30 por cento de rinocerontes brancos.

Soto revelou que Moçambique melhorou a colaboração com África do Sul no controlo e combate a caçadores de rinocerontes.

Moçambique e África do Sul terão um encontro bilateral paralelo, esta Quarta-feira, para avaliarem o estagio de cooperação em assuntos da fauna, flora e caça furtiva.

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