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Joaquim Afonso respondeu pelo crime de difamação.

O Tribunal Provincial Uíge condenou na sexta-feira, 22, o ex-secretário provincial da FNLA Joaquim Afonso a quatro meses de prisão com três anos de pena suspensa por crime de difamação.

Joaquim Afonso, de 60 anos de idade, conotado com a ala de Lucas Ngonda, foi condenado pela prática de crime de difamação por falsificar a identidade dos seus militantes que ocupavam o cargo de comissários municipais da CNE no Uíge, pertencentes à outra ala do partido, próxima de Ngola Cabango.

O tribunal não deu como provadas as provas de falsificação dos cartões de membros com dupla militância dos dois ofendidos.

O juiz considerou que o Afonso utilizou as tentativas de falsificar cartões do MPLA aos dois militantes da FNLA para afastá-los do cargo de comissários da CNE em substituição dos seus familiares.

“Houve uma falta de atenção por parte do meu cliente porque aqueles documentos tinham que ser bem analisados, porque podem ser uma armação tendo em conta as tentativas para o afastar do cargo, mas o tribunal agiu bem e a justiça foi feita”, disse o advogado de defesa Kuisse João considerou positiva a decisão do tribunal.

Por sua vez os ofendidos, contestam a decisão e vão recorrer

“Não é isso que esperávamos. O Ministério Público não aprofundou as investigações, nós vamos recorrer a outras instâncias porque a própria lei consagra isso, quem não se sentir satisfeito com a decisão do tribunal pode recorrer a outros meios”, reagiuAfonso Teca Canga um dos ofendidos.

Almeida Panzo e Afonso Teca Canga já estão afastados do cargo de comissários municipais da CNE.

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