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Estados Unidos acusam ex-presidente da Assembleia-Geral da ONU de corrupção


 John Ashe

John Ashe

Autoridades dos Estados Unidos prenderam ontem, 7 de Outubro, um ex-presidente da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), por envolvimento num esquema de corrupção abrangente envolvendo um milionário do sector imobiliário de Macau e quatro outros réus.

John Ashe, embaixador de Antígua e Barbuda na ONU, que era presidente em 2013, foi acusado de receber mais de 500 mil dólares em suborno de Ng Lap Seng, que queria construir um centro de conferências de milhões de dólares com patrocínio da ONU no Macau.

Em troca, Ashe disse ao secretário-geral da ONU que o centro precisava ser erguido, lê-se na denúncia, surgida após a detenção de Ng e seu assistente, Jeff Yin, no mês passado por acusações em separado.

Foram também acusados Francis Lorenzo, que era vice-embaixador da República Dominicana na ONU; Shiwei Yan, principal executivo de uma entidade nova-iorquina sem fins lucrativos não mencionada; e Heidi Hong Piao, seu director financeiro, que pagou 20 mil dólares mensais para Ashe exercer a função de “presidente honorário”.

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