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Escândalo na Petrobras atinge políticos da coligação de Dilma Rouseff


Sede da Petrobrás

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O Procurador-geral da República do Brasil implicou altos responsáveis políticos do Congresso na investigação sobre o escândalo de corrupção na empresa petrolífera estatal Petrobras. Rodrigo Janot entregou uma lista de 54 nomes ao Supremo Tribunal Federal. Os envolvidos serão presentes a inquérito, caso o tribunal aprove a lista do procurador, o que deve acontece ainda esta semana.

O conteúdo da lista não é ainda conhecido, mas a imprensa brasileira avança que os presidentes da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha e do Senado Renan Calheiros fazem parte do rol de suspeitos. Ambos são do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), parceiro que forma a maioria no Congresso com o Partido dos Trabalhadores (PT) de Dilma Rousseff.

Espera-se que a lista de Janot implique mais nomes de políticos em actividade no Congresso brasileiro, incluindo líderes partidários da maioria PT-PMDB, assim como membros do principal partido de oposição, liderado por Aécio Neves, o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), e do Partido Progressista (PP). Rodrigo Janot enviou um pedido ao Supremo Tribunal Federal para que os nomes sejam divulgados assim que se aprovem os processos de inquérito.

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