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Embaixador cessante americano promete continuação de ajuda a Moçambique

  • Alfredo Júnior

 Douglas Griffiths

Douglas Griffiths

Estados Unidos são o maior doador de Moçambique.

Os Estados Unidos continuarão a apoiar Moçambique, com maior destaque para os sectores de saúde, agricultura, educação e reforço da democracia.

A promessa foi feita pelo diplomata americano Douglas Griffiths que terminou a sua missão de embaixador em Moçambique.

A cooperação dura há 40 anos e os Estados Unidos são o maior doador bilateral em Moçambique.

Desde 1984, Washington desembolsou acima de 5 mil e 800 milhões de dólares ao país.

Ao longo dos últimos anos, o Governo americano tem disponibilizado mais de 400 milhões de dólares por ano, não se tratando de valores que Moçambique tem que reembolsar, mas de fundos para assistência destinada a melhorar a vida dos Moçambicanos.

Este tipo de parceria vai continuar, segundo o embaixador cessante os EUA, Douglas Griffiths, que revelou que o apoio se estenderá aáreas como saúde, agricultura e educação.

"Nós acabamos de assinar o acordo de cooperação bilateral, no qual afirmamos, mais uma vez, a nossa intenção de fortalecer essas relações", disse Griffiths.

Os Estados Unidos, através da Petrolífera Anadarko, tem levado a cabo vários investimentos que visam estimular o crescimento da indústria e abrir mais postos de trabalho.

"A empresa americana Anadarko vai investir milhares de milhões de dólares aqui em Moçambique, vai transformar o país, vai abrir outras oportunidades para o país. Então, as relações entre os nossos países vão continuar, mas também vão mudar, vão evoluir. Nós queremos ajudar Moçambique para aproveitar todas essas oportunidades", revelou.

O reforço da democracia no país é outro sector que tem merecido apoio dos EUA e Douglas Griffiths defende o diálogo como a única solução para a resolução das diferenças entre os vários actores políticos no país.

"A violência não serve para nada, acho que a via política é a única para resolver o diferendo entre as forças políticas, mas também deve-se encorajar a sociedade civil, o empresariado, membros de organizações não governamentais e figuras religiosas que também devem participar no futuro do país”, concluiu Douglas Griffiths.

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