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Ébola leva médicos cubanos para a Africa Ocidental


Numa rua de Monrovia, um homem supostamente infectado com o Ebola jaz sem que haja quem chegue perto (12 Setembro 2014)

Numa rua de Monrovia, um homem supostamente infectado com o Ebola jaz sem que haja quem chegue perto (12 Setembro 2014)

Trabalhadores da saúde na Africa Ocidental lutam com falta de tudo

A responsável máxima da Organização Mundial de Saúde, Margaret Chan, afirmou que são necessários mais e melhores técnicos sanitários na África Ocidental para travar a crescente epidemia de Ébola.

Chan acrescentou hoje em Genebra que o número de mortos já ultrapassou 2 mil e 400 e que o número de casos se elevava a 4 mil 784.

Disse ainda que os governos locais lutando contra a epidemia têm falta de praticamente tudo incluindo vestuário protector, laboratórios móveis e sacos para guardar os cadáveres das vítimas daquele vírus.

Salientou no entanto que o que falta mais são técnicos com o treino adequado.

A OMS disse também que esta semana o Ébola vitimou cerca de 80 funcionários sanitários e referiu que são necessários mais um milhar de técnicos nos centros de tratamento.

Margaret Chan congratulou-se também com a notícia de que Cuba tinha decidido enviar 165 técnicos para a África Ocidental. Os cubanos deverão chegar à Serra Leoa no inicio de Outubro e permanecer no país durante 6 meses.

Os Estados Unidos enviaram já técnicos para a região e o governo americano está à procura de mais profissionais qualificados para ajudar na luta contra o Ébola.

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