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DNIAP investiga morte por asfixia de engenheiro na Sonangol

  • Coque Mukuta

Edifício Sede Sonangol Luanda

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Irmão do malogrado diz acreditar que as chefias da Sonangol estão envolvidas na morte de Belarmino Brito.

A Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP) ouviu ontem, 11, o irmão do antigo funcionário da Sonangol Belarmino Brito, encontrado morto no dia 22 de Fevereiro de 2012 na sede da quela empresa.

Segundo José dos Santos Brito, o encontro indica claramente que as entidades judiciais angolanas estão a investigar a morte do seu irmão, mas diz acreditar que se chefias da Sonangol não estivessem envolvidas na morte de Belarmino Brito os vídeos do local onde tudo aconteceu não teriam desaparecido.

“Sem medo de errar, o meu irmão foi morto a mando de dirigentes máximos da Sonangol porque senão os videos daquele dia não podiam desaparecer da empresa”, acusou.

Brito lembra que o relatório médico do seu irmão aponta como causa da morte asfixia aguda e que o colega que asistiu o malogrado no dia do incidente continua desaparecido e nem a DNIAP consegue localizá-lo.

De recordar que Belarmino Brito na altura da sua morte tinha 42 anos de idade, deixou viúva e 3 filhas, de 13, 10 e 5 anos de idade.

Após vária reclamações, a Sonangol atribuiu à viúva do malogrado um apartamento da Cidade Vida Pacifica na entrada do Zango.

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