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Dilma e Marina descem nas sondagens mas são as favoritas para a segunda volta no Brasil

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Marina Silva e Dilma Roussef

Marina Silva e Dilma Roussef

Na pesquisa anterior, realizada entre os dias 5 e 8 deste mês, a presidente tinha 39%. Marina Silva flutuou para baixo, de 31% para 30%, e Aécio Neves subiu de 15% para 19%.

A quarta pesquisa realizada pelo Ibope para a Rede Globo sobre a corrida presidencial no Brasil, divulgada ontem, 17, mostrou que a presidente Dilma Rousseff (PT) caiu três pontos percentuais nas intenções de voto dos eleitores, enquanto Aécio Neves (PSDB) subiu quatro pontos e Marina Silva (PSB) oscilou um ponto para baixo, dentro da margem de erro. Roussef continua à frente dos seus adversários, com 36% das intenções de voto.

Na pesquisa anterior, realizada entre os dias 5 e 8 deste mês, a presidente tinha 39%. Marina Silva flutuou para baixo, de 31% para 30%, e Aécio Neves subiu de 15% para 19%.

A pesquisa mostra que haverá uma segunda volta e traça três cenários possíveis. No mais provável deles, de acordo com os números actuais, Marina e Dilma estão tecnicamente empatadas, dentro da margem de erro, mas com Marina numericamente à frente da candidata petista. Silva manteve 43% das intenções de voto, ou seja no mesmo patamar do último levantamento. Por seu vez, Dilma marcou 40%, dois a menos que os 42% registados na pesquisa anterior.

Na simulação da segunda volta entre Dilma Roussef e Aécio Neves, no período de uma semana diminuiu pela metade a diferença entre os dois candidatos, de 15 para sete pontos percentuais. A petista registou 44% das intenções de voto, uma queda de quatro pontos em relação à pesquisa anterior, quando Dilma teve 48%. Já o tucano subiu quatro pontos em relação ao último levantamento, avançando de 33% para 37%.

No terceiro cenário, entre Marina Silva e Aécio Neves, que é a hipótese menos provável, a candidata do PSB teve 48% das intenções de voto, contra 30% do tucano. Na pesquisa anterior, Marina tinha 51% e Aécio, 27%.

A pesquisa divulgada ontem ouviu 3.010 eleitores e mostrou também que a aprovação da actuação de Dilma Roussef como presidente manteve-se estável, ou seja em 48%. A desaprovação também não variou, ficando congelada no patamar de 46%.

A avaliação do Governo piorou ligeiramente, mas dentro da margem de erro. Os que avaliam o Governo como óptimo ou bom oscilaram de 38% para 37%. Os que o consideram regular se mantiveram estáveis, em 33%. As avaliações de mau e péssimo também ficaram iguais, em 28%.

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