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Democracia em São Tomé e Príncipe em "bodas de prata"

  • Óscar Medeiros

 Palácio Presidencial de São Tomé e Príncipe

Palácio Presidencial de São Tomé e Príncipe

Políticos e justiça são aspectos negativos de um período em que a liberdade é o ganho maior.

São Tomé e Príncipe completou neste mês de Janeiro 25 anos de democracia, depois de as primeiras eleições multipartidárias terem acontecido a 20 de Janeiro de 1991.

Se os ganhos da democracia são inquestionáveis, há aspectos que não avançaram tanto.

No princípio da década de 1990, São Tomé e Príncipe inaugurou a fase da democracia com eleições multipartidárias que permitiram a alternância do poder e um clima de respeito pelos direitos humanos, após 15 anos de regime autoritário.

As primeiras eleições livres tiveram lugar a 20 de Janeiro de 1991.

De lá para cá, consideram alguns analistas políticos, o país fez grandes progressos no que toca a liberdade de expressão e outros direitos consagrados na nova Constituição da República.

Entretanto, Liberato Moniz, analista político, diz que os partidos políticos não têm desempenhado o seu verdadeiro papel com vista ao fortalecimento da democracia.

Moniz considera também que as lideranças partidárias ficaram mais fragilizadas nos últimos anos porque a escolha é feita com base no poder financeiro dos candidatos.

A justiça é outro pilar da democracia em São Tomé e Príncipe que, na opinião daquele analista político, não tem ajudado no progresso do sistema democrático, tendo contribuído mais para atrasar economicamente o país devido o seu mau funcionamento.

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