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Custo da energia trava o desenvolvimento de São Tomé e Príncipe, diz o FMI

  • Óscar Medeiros

Produto interno bruto do país poderá crescer em cinco por cento.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera o elevado custo da energia eléctrica em São Tomé e Príncipe um entrave ao crescimento da economia do arquipélago.

A conclusão foi apresentada por peritos da organização, após 15 dias de trabalho, que recomendaram acções imediatas para inverter o cenário.

Nesse sentido, o FMI anunciou contactos com o Banco Mundial e Banco Europeu de Investimento para ajudarem São Tomé e Príncipe a criar fontes de energia mais baratas.

Durante a visita, o chefe da missão do FMI, Maxwell Opoku-Afari, disse que o governo São-tomense tem feito grande progresso na implementação de reformas estruturais.

A instituição recomenda a manutenção de políticas para a mobilização de receitas internas, reforço de gestão de finanças publica, entre outras medidas que visam a recuperação económica do país.

Este ano, o FMI prevê para São Tomé e Príncipe um crescimento do Produto Interno Bruto na ordem de cinco porcento. A inflação deverá manter-se em cerca de quatro porcento.

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