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Comunidade internacional promete ajuda para vítimas do Vulcão do Fogo

  • Alvaro Ludgero Andrade

Evacuação(Foto Kevin Leandro)

Evacuação(Foto Kevin Leandro)

Actividade eruptiva diminuiu de intensidade hoje depois de uma quinta-feira de muita actividade.

O Governo de Cabo Verde reuniu-se hoje, 28, com representantes do corpo diplomático e de organizações internacionais na Praia para pedir a ajuda da comunidade internacional de modo a fazer frente às consequências da erupção do Vulcão do Pico, na ilha do Fogo, que, desde domingo, 23, obrigou a evacuação de cerca de 1200 pessoas, provocou a destruição de mais de uma dezena de casas e destruiu cerca de 400 hectares de terreno.

A actividade eruptiva na ilha do Fogo diminuiu de intensidade hoje, 28, depois de ontem ter sido o dia de maior actividade que levou o pânico aos populares e autoridades.

O primeiro-ministro José Maria Neves chegou a considerar a usar a palavra "catástrofe" para definifir a situação.

Hoje, e para fazer frente às consequências da erupção, o Governo reuniu-se com representantes do corpo diplomático e de organizações internacionais na Praia para pedir a ajuda da comunidade internacional.

Segundo o primeiro-ministro, é hora de encontrar respostas a curto, médio e longo prazos.

No final da reunião, Neves diz ter tido uma boa reacção por parte da comunidade internacional.

No terreno, apesar da redução da intensidade da erupção hoje, as lavas já consumiram cerca de 400 hectares de terra em Chã das Caldeiras, dos quais 26 hectares são cultiváveis, naquela que é uma das regiões mais férteis de Cabo Verde.

O jornalista da agência cabo-verdiana de notícias Inforpress Jaime Rodrigues, que se encontra no local, disse à VOA que Chã das Caldeiras deixará de existir como se conheceu até domingo, mas acredita que os habitantes voltarão depois da erupção.

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