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Comissão Eleitoral da Guiné-Bissau não espera problemas de maior no dia da votação

  • Anne Look
  • Alvaro Ludgero Andrade

Guiné-Bissau: CNE justifica falta de recenseamento

Guiné-Bissau: CNE justifica falta de recenseamento

O acto realiza-se a 13 de Abril e estão inscritos 15 partidos para as eleições parlamentares e 13 candidatos presidenciais.

Na Guiné-Bissau, continua a campanha para as eleições presidenciais e parlamentares de 13 de Abril, com o país a tentar seguir em, frente depois de dois anos de estagnação devido ao golpe de Estado de 12 de Abril de 2012.

As eleições que acontecem a 13 de Abril foram adiadas três vezes, e, apesar do início da campanha eleitoral no passado sábado, há preocupações quanto aos problemas logísticos que podem surgir.

Segundo as autoridades guineenses, 95 por cento dos potenciais eleitores foram recenseados num processo cujo prazo teve de ser alargado.

Em declarações à Voz da América, a porta-voz da Comissão Eleitoral Catia Lopes considera que os preparativos técnicos estão no caminho certo.

Entretanto, observadores no terreno advertem para o facto de poderem existir problemas no dia das eleições em virtude de, pela primeira vez, se usar os cartões biométricos.

Cátia Lopes desdramatiza dizendo "que apesar de os eleitores terem cartão biométrico será utilizado o sistema anterior que todos conhecem".

Devido à chegada tardia dos fundos da comunidade internacional para a organização das eleições e o calendário apertado das mesmas, aliados às greves na televisão e na rádio públicas, não foi realizada qualquer campanha de educação dos eleitores no novo sistema.

As eleições realizam-se a 13 de Abril e estão inscritos 15 partidos para as eleições parlamentares e 13 candidatos presidenciais.
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