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Comandante da Polícia Nacional de Angola reconhece deficiências em Cuanza-Sul

  • Fernando Caetano

Comandante Geral da Polícia Nacional de Angola Ambrósio de Lemos

Comandante Geral da Polícia Nacional de Angola Ambrósio de Lemos

Ambrósio de Lemos lembrou ao efectivo que os órgãos de justiça já trabalham para que os casos relativos ao conhecido fenómeno da gasosa sejam combatidos duramente.

O comandante geral da Polícia Nacional reconheceu a degradação das infra-estruturas da corporação e a falta de meios para enfrentar as novas formas de crime. Em visita a Cwanza-Sul Ambrósio de Lemos visitou as estruturas da Polícia Nacional e desafiou os agentes da lei a manterem uma conduta irrepreensível.


Ambrósio de Lemos, que durante três dias visitou seis dos 12 municípios do Cuanza-Sul, constatou uma evidente degradação das infra-estruturas dos comandos, falta de transporte e qualificação do efectivo para corresponder aos novos desafios.

O comissário geral visitou os municípios do Libolo, Mussende, Quibala, Ebo, Amboim e Sumbe e reforçou as respectivas esquadras municipais com meios rolantes. Na ocasião, Ambrósio de Lemos também desafiou os oficiais a manterem uma conduta irrepreensível.

«Muitos de vós têm esta possibilidade de chegarem a oficiais comissários mas para o efeito precisam de trabalhar, precisam ter uma conduta irrepreensível, precisam de se profissionalizarem, superarem-se academicamente e terem um comportamento correcto», disse.

No Sumbe, Amnbrósio de Lemos reconheceu a insuficiência de meios técnicos e materiais para o exercício cabal da actividade policial sobretudo o policiamento de proximidade, uma vez que os meliantes vêm diversificando os seus métodos de actuação.

O comandante geral que reconheceu o empenho da corporação a nível do Cuanza-Sul deixou promessas no sentido de se trabalhar para a edificação de infra-estruturas que dêem dignidade aos quadros.

Quanto à suposta Lei da gasosa, um mal que enferma a corporação, Ambrósio de Lemos lembrou ao efectivo que os órgãos de justiça já trabalham para que tal fenómeno seja sentenciado duramente e se reponha a imagem da corporação. Destacou ainda que há medidas internas para os incumpridores que terminam com a expulsão

Quanto à criminalidade, o comissário da província Alberto Lisboa Mário disse que nos últimos dias baixou consideravelmente e referiu não existir casos de excesso de prisão preventiva, nem a devolução pelo tribunal de processos por má qualidade.

«Não temos casos de excesso de prisão preventiva, não temos processos devolvidos por má qualidade, o sentimento de segurança é alto portanto o ambiente é-nos favorável. O moral dos polícias também em função dos seus resultados é alto e o espírito de missão continua», concluiu o comandante local.

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