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Comandante da polícia moçambicana repudia criticas à investigação da morte de Gilles Cistac

  • Simião Pongoane

Pedro Cossa disse que as cápsulas das balas do crime foram recolhidas para investigação.

O porta-voz do Comando-Geral da Policia de Moçambique Pedro Cossa deplora as criticas feitas aos agentes da policia relativas a alegada falta de recolha de vestígios no local onde foi baleado o jurista e académico Gilles Cistac, em plena luz do dia na cidade de Maputo.

Para Cossa, a primeira preocupação numa situação do género é salvar a vida da vítima e não tirar impressões digitais.

Numa breve conversa com VOA, por telefone a partir de Pretória, Cossa confirmou que as cápsulas das balas do crime foram recolhidas para investigação.

"Outras coisas que se recolhem ali são cápsulas e penso que os meus colegas fizeram isso", disse Pedro Cossa, aparentemente agastado com as criticas contra a Policia.

Pedro Cossa diz mesmo que gostaria de saber em que escola de criminologia aprenderam os críticos da policia de Mocambique.

Gilles Cistac morreu no Hospital Central de Maputo vitima de tiros por homens ainda a monte e os motivos do crime são ainda desconhecidos, mas a Polícia promete que tarde ou cedo vai apanhar os autores.

“Nós já temos provas em ocasioes anteriores que custa o que custar temos levado a bom termo o esclarecemo de varios crimes”, disse Cossa.

Entretanto, o Ministro do Interior Basilio Monteiro disse hoje em Maputo que a policia pediu colaboração da Interpol e da policia da África Austral para a localizaçãoo dos autores da morte do jurista Cistac.

Africa do do Sul tem sido o pais mais preferido pelas pessoas que praticam crimes hediondos em Mocambique, mas a colaboração entre as policias dos dois países têm ajudado na sua localização e neutralização.

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