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China e CPLP procuram novas formas de comércio em Maputo

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CPLP: Relações económicas dominam cimeira de Luanda

CPLP: Relações económicas dominam cimeira de Luanda

Encontro reúne cerca de 500 empresários e representantes de câmaras de comércio e agências de promoção de investimentos dos nove países.

O primeiro-ministro moçambicano Alberto Vaquina defendeu hoje, terça-feira, que a plataforma de cooperação económica empresarial entre os estados membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e Macau deve constituir um mecanismo de busca conjunta de soluções para a melhoria do ambiente de negócios, base para a atracção do investimento e para o desenvolvimento das economias.

Vaquina fez esta declaração na abertura hoje, em Maputo, do 10º. encontro empresarial entre os países da CPLP e a China, com o objectivo de identificar e alargar as áreas com vista a um crescimento das relações nesse domínio.

O governante notou que Moçambique tem vindo a realizar um intercâmbio profícuo com a China.

Por seu lado, João Macaringue, director do Instituto de Promoção de Exportações (IPEX), de Moçambique, defendeu que a interacção deve funcionar nos dois sentidos, o que ainda não existe, já que a cooperação tem sido mais no sentido China-CPLP.

O encontro, que reúne cerca de 500 empresários e representantes de câmaras de comércio e agências de promoção de investimentos, visa promover o relacionamento comercial e outras formas de parceria, além da identificação de janelas de oportunidade de investimento.

O formato destas reuniões foi celebrado em 2003 pelos ministros do Comércio da China e os países de língua portuguesa, no âmbito do Fórum Macau.

O Fórum foi criado pela China como plataforma de ligação aos países de língua portuguesa, devido ao seu desenvolvimento e à sua distribuição por quatro continentes, com grandes reservas naturais não exploradas e que, no seu conjunto, representam um mercado de consumo de mais de 200 milhões de pessoas.

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