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Pequim justifica apoio a ditaduras africanas


Elementos dos Caminhos de Ferro Chineses envolvidos na construção de uma estrada em Kinshasa, recebidos por trabalhadores congoleses

Elementos dos Caminhos de Ferro Chineses envolvidos na construção de uma estrada em Kinshasa, recebidos por trabalhadores congoleses

A China defende que embargos e sanções contra o Sudão e outros brutais governos africanos não resultam

Pequim defende abordagem

As autoridades chinesas estão a defender a sua abordagem no que toca ao seu envolvimento em África, afirmando que embargos e sanções contra o Sudão e outros brutais governos africanos não resultam. O ex-enviado chinês para Darfur, Liu Guijin, afirma que o governo de Pequim está a oferecer um novo tipo de envolvimento com África, um envolvimento baseado em benefícios mútuos e em plano de igualdade.

Estas declarações são feitas quando, na semana que vem, irá ser recebido em Pequim o presidente sudanês, Omar al-Bashir, procurado pelo Tribunal Penal Internacional.

As declarações de Liu constituem uma resposta à tomada de posição, feita pela Secretária de Estado Hillary Clinton, em Lusaca, advertindo os países africanos relativamente ao “novo colonialismo”, liderado pela China.

Secretária de Estado americana, Hillary Rodham Clinton, com o Presidente da Zâmbia, Rupiah Banda, em Lusaca, no passado dia 10 de Junho

Secretária de Estado americana, Hillary Rodham Clinton, com o Presidente da Zâmbia, Rupiah Banda, em Lusaca, no passado dia 10 de Junho

Na oportunidade Clinton disse estar preocupada pelo facto das práticas de investimento da China nem sempre estarem de acordo com as normas internacionais, nem com a transparência, nem com a boa governação.

A Secretária de Estado americana disse também que a China nem sempre utiliza a capacidade do povo africano, quando investe em África, preferindo fazer negócios com as elites. Liu descreveu a advertência de Clinton como “irrazoável e infundada”

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