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Centros comunitários infantis fechados no Uíge por falta de dinheiro


Funcionários recusam "trabalhar por amor à camisola", diz responsável.

Dezenas de centros comunitários infantis no Uíge estão de portas fechadas devido à crise financeira e económica que afecta o país, revelou a directora provincial do Ministério da Assistência e Reinserção Social (MINARS),

Viliana Nsimba Bunga revelou que dos mais de 30 centros infantis apenas dois estão em funcionamento, em virtude de “os funcionários não aceitarem trabalhar por amor a camisola ou em
troca de alimentos devido à crise financeira”.

“Não temos nada nos armazéns”, Bunga.

Entretanto, apesar do encerramento dos centros comunitários infantis, o Governo de Angola, com apoio da União Europeia, e a Fundação das Nações Unidas para a Infância estão a desenvolverum projecto Sic-sec, que visa criar estruturas mais próximos do cidadão a nível da protecção social.

O projecto-piloto arrancou com a formação de 45 agentes comunitários do Uíge e Damba.

Augusto Cardoso, chefe do Departamento de Integração Social de Pessoas com Deficiência, do Ministério da Assistência e Reinserção Social, diz que “é um projecto social mais perto dos cidadãos que conta com o apoio da sociedade civil, igrejas, associações e sectores do Estado”.

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