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Missão da CEDEAO desloca-se a Bissau

  • Lassana Casamá

Presidente José Mário Vaz

Presidente José Mário Vaz

O chefe da missão e presidente da comissão da CEDEAO, Marcel Alain de Sousa, responsabiliza o PAIGC e o PRS pela actual crise.

Uma missão da Comunidade Económica de Desenvolvimento dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), está em Bissau para apresentar às autoridades nacionais o novo representante residente.

A delegação esteve reunida com o presidente, José Mário Vaz.

Mas, horas antes, encontrou-se com o líder do Parlamento guineense, Cipriano Cassamá, e com o ministro dos negócios estrangeiros, Soares Sambú.

Os encontros, segundo a CEDEAO, visam recolher informação sobre os últimos desenvolvimentos ligados à actual crise política, que deixou o país bloqueado há um ano.

O chefe da missão e presidente da comissão da CEDEAO, Marcel Alain de Sousa, responsabiliza o PAIGC e o PRS pela actual crise.

E sobre a continuidade da ECOMIB, contingência da força estacionaria militar desta organização sub-regional no país, o presidente da Comissão da CEDEAO, deixou claro que a mesma não vai continuar na Guiné-Bissau eternamente.

Oficialmente a missão tem por obectivo apresentar o novo representante residente da organização em Bissau, Blaisse Diplo.

Contudo, uma fonte diplomática disse a VOA que, paralelamente a isso, a missão está a aproveitar a ocasião para reavaliar a necessidade ou não da vinda de uma delegação de alto nível de alguns chefes de estado da CEDEAO, a Bissau, para ultrapassar, de vez, a crise política.

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