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CEDEAO estuda intervenção no Mali


Rebeldes no norte do Mali

Rebeldes no norte do Mali

A CEDEAO informou que está a preparar uma eventual intervenção militar no Mali.

A CEDEAO informou que está a preparar uma eventual intervenção militar no Mali. Mas A CEDEAO e o Mali parecem terem pontos de vista divergentes sobre o que é que a missão irá implicar.

A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental disse não poder hesitar mais no que diz respeito ao norte do Mali que tem estado sob o controlo de militantes ligados à al-Qaida desde princípios de Abril, depois de um golpe militar ter derrubado o governo central em Bamako.

Os ministros da Defesa e dos Negócios Estrangeiros da CEDEAO reuniram-se segunda-feira em Abidjan, na Costa do Marfim, para aprovarem um plano para a missão da CEDEAO no Mali.

O presidente do Conselho Ministerial da CEDEAO, Daniel Kablan Duncan, disse que que eles foram capazes de harmonizar as suas posições e definir um “roteiro” para o tipo de colaboração a ser estabelecida entre forças regionais e o exército do Mali e os meios de apoio a serem oferecidos aos soldados malianos.

Duncan disse que o conselho dará conta das suas conclusões aos chefes de estado da CEDEAO para discussão antes de responder formalmente ao pedido do Mali. Já se passaram duas semanas desde que o Mali enviou um pedido a CEDEAO para assistência militar limitada.
A CEDEAO propôs enviar tropas regionais para Bamako para prestar segurança ao que tem sido um governo de transição fraco e para ajudar a reorganizar e treinar o exército maliano. Numa terceira fase uma ofensiva conjunta Mali-CEDEAO poderá ser lançada para retomar o norte.

Mas no seu pedido, o Mali pôs de parte o envio de tropas estrangeiros para Bamako, pedindo apenas equipamento militar e outro apoio logístico.

A CEDEAO informou que irá procurar um mandato de intervenção do Conselho de Segurança das Nações Unidas. O Conselho de Segurança negou um pedido anterior em Junho, afirmando que era muito vago. Na segunda-feira, o Conselho e Segurança pediu ao Mali e outros actores para primeiro “esgotarem todos os meios de negociação” para resolver a crise.

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