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Casa-CE pede corte em gastos supérfluos do Governo

  • Manuel José

Abel Chivukuvuku e almirante Mendes de Carvalho "Miau"

Abel Chivukuvuku e almirante Mendes de Carvalho "Miau"

Coligação quer saber se há crise ou não.

A Casa-CE defende que se há de facto uma crise económica no país "que se façam cortes nas despesas supérfluas do Executivo e nunca em sectores essenciais para a população".

Em conversa com a VOA, o líder do grupo parlamentar da Casa-CE André Gaspar de Carvalho pede aos governantes que esclareçam ao país se existe, ou não, crise económica.

"Nós já não sabemos se há crise ou não, há tanta contradição por parte dos governantes, uns dizem que a situação é calma, enquanto outros afirmam que há falta de dinheiro", disse Gaspar de Carvalho.

A haver uma crise, a Casa-CE sugere que se eliminem as despesas desnecessárias do Executivo, mas que não toquem no essencial para a população.

"Essa contenção deve primeiro cortar as gorduras e não no tecido essencial, quando falo do essencial estou a falar de gastos que têm que ser realizados, porque se não forem feitos pode afectar consideravelmente a vida da população, cortes sim onde as despesas são supérfluas", continuou o deputado.

A coligação eleitoral exige igualmente que o Governo esclareça o paradeiro do dinheiro da venda do petróleo, quando o preço era abonatório.

"O facto de termos menos receitas não quer dizer que não se tenha feito reserva nestes anos todos em que o preço do barril de petróleo esteve acima dos 100 dólares que sirva de almofada para que tenhamos uma situação económica estável neste momento, nós esperamos que seja esta a situação", concluiu André Gaspar de Carvalho.

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