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Cabo Verde: Professores insatisfeitos põem em risco ano lectivo

  • Eugénio Teixeira

Sindicato dos professores quer resolução rápida dos problemas pendentes e não descarta uma greve.

Em Cabo Verde começou o novo ano lectivo com os professores insatisfeitos e querendo ultrapassar os problemas que os afligem e cuja resolução vem sendo adiada nos últimos anos.
Apesar do profissionalismo dos professores cabo-verdianos, o presidente do sindicato FECAP, João Pedro Cardoso, considera que “os problemas existentes podem influenciar no exercício da actividade profissional dos docentes”.
Das reivindicações da classe, Cardoso fala de problemas que se relacionam com as “reclassificações, progressões e promoções”, reclamações segundo o sindicalista, que vão acumulando-se de ano para ano.
Os professores, segundo João Pedro Cardoso, já estão cansados de promessas, por isso aguardam até 30 do corrente, sinais claros da parte do ministério da educação e do desporto para a resolução dos problemas pendentes, sob pena de partirem para manifestações, não descartando a hipótese de recorrer à greve.


Sobre essa questão, a ministra da educação e desporto reconhece haver situações por resolver, mas garante que o governo está a trabalhar na procura de mecanismos para satisfazer tais reivindicações que considera justas, mas alerta que não se trata de uma resolução fácil.
Fernanda Marques enalteceu entretanto o trabalho dos professores cabo-verdianos, e pediu uma vez mais a compreensão dos mesmos, esperando que se concentrem ao máximo na educação dos alunos.
Por outro lado, Fernanda Marques disse que estão garantidas condições de apoio às crianças e jovens de famílias carenciadas, para que as mesmas possam ter acesso ao ensino.
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