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Campanha da castanha do caju em ritmo lento na Guiné-Bissau

  • Lassana Casamá

Governo define amanhã o preço no arranque oficial da campanha.

A campanha de comercialização da castanha de caju, maior produto de exportação da Guiné-Bissau e com peso expressivo na economia nacional, vai a ritmo lento

O Governo faz amanhã, 16, a abertura oficial da campanha na qual deverá anunciar o preço do quilo da castanha de caju.

O produto é é, sem dúvidas, o de maior peso de rendimento na economia da Guiné-Bissau, com as as previsões de exportação por ano, a variar entre 170 e 180 mil toneladas.

Há dois anos,a produção situou-se em 200 mil toneladas, enquanto a exportação, foi calculada em quase 150 mil toneladas.

Com esses números, a Guiné-Bissau passou a ser o quarto maior produtor mundial e segundo em África, depois da Costa do Marfim.

Jaime Boles Gomes, presidente da Associação Nacional dos Agricultores da Guiné, considera que “os produtores têm falta de meios financeiros e estão à procura de trocar as suas castanhas para tentar suportar as suas necessidades diárias”.

Ele diz ter “informações de que o preço está a evoluir positivamente”, na véspera do arranque oficial da campanha.

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