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Cabo Verde repensa AGOA

  • Eugénio Teixeira

As autoridades cabo-verdianas estão empenhadas na criação de condições efectivas para que o arquipélago possa aproveitar de melhor forma as oportunidades de exportação para os Estados Unidos, no quadro do AGOA.

Desde a criação desse programa pelo congresso americano, Cabo Verde não tem sabido aproveitar a janela aberta que permite os países africanos de colocar os seus produtos no mercado dos Estados Unidos.

Neste momento o executivo através do Cabo VerdeTrading Invest tem promovido algumas acções de formação e esclarecimento, visando sensibilizar os empresários e outras estruturas da necessidade de se tirar o melhor proveito dessa grande oportunidade.

O ministro da economia disse que agora o arquipélago precisa focar esforços, empreender projectos concretos para tirar o máximo benefício durante os nove anos que restam no programa AGOA.

José Gonçalves acredita que a mudança de administração na Casa Branca, que a partir de Janeiro terá Donald Trump como novo inquilino, não põe em perigo o programa AGOA, aprovado pelo congresso.

Com a diminuição das ajudas públicas, alta taxa de endividamento e redução da remessa dos emigrantes, o presidente da Camara de Comercio de Sotavento destaca a necessidade de se fazer uma grande aposta na exportação.

Contudo, Jorge Spencer Lima diz ser fundamental o país passar a produzir mais e melhor.

O embaixador americano, Donald Heflin manifesta o empenho da embaixada na Praia, em ajudar os empresários cabo-verdianos a tirar o melhor proveito do AGOA, bem como sensibilizar empresários dos estados unidos a investirem em Cabo Verde.

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