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Brasil e São Tomé e Princípe vão patrulhar águas do arquipélago

  • Óscar Medeiros

 Palácio Presidencial São Tomé e Príncipe

Palácio Presidencial São Tomé e Príncipe

Processo arrasta-se desde 2014.

O Governo do Brasil e as autoridades são-tomenses criaram um núcleo naval da Marinha Brasileira no arquipélago.

O objecto é ajudar a Guarda Costeira São-tomense a reforçar a segurança da sua zona económica exclusiva e da região do Golfo da Guiné.

A iniciativa vai acompanhar e apoiar as atividades do grupo de apoio técnico de fuzileiros navais em São Tomé e Príncipe, subordinado ao núcleo, e administrar os recursos humanos, materiais e patrimoniais.

O núcleo contará com o apoio da Adidância de Defesa, Naval, do Exército e Aeronáutica em Angola e São Tomé e Príncipe, com estrutura administrativa subordinada ao Estado-Maior da Armada.

O núcleo foi criado pelo Governo brasileiro por despacho de 10 de Novembro de 2014.

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