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Presidente interino da Guiné-Bissau fala em adiameno das eleições

  • Lassana Casamá

Serifo Nhamadjo, presidente interino da Guiné-Bissau

Serifo Nhamadjo, presidente interino da Guiné-Bissau

Nhamadjo, deixou transparecer que será difícil que as eleições gerais tenham lugar em Abril deste ano

Os Chefes de Estados e do Governo da CEDEAO reúnem-se amanhã na Costa do Marfim para analisar a critica situação no Mali, onde se vive actualmente um intenso combate entre as forças malianas, envolvendo aliados da CEDEAO e da França, e os grupos islamitas no norte daquele país.

Deste encontro esperam-se decisões mais contundentes e nele participa o Presidente de interino da Guiné-Bissau, Manuel Serifo Nhamadjo, que antes de deixar a capital guineense, falou do contexto interno no seu país.


No dia em que partiu para Abidjam, Manuel Serifo Nhamadjo, deixou transparecer que seria difícil que as eleições gerais tenham lugar em Abril deste ano, conforme o calendário inicial. O argumento do chefe de Estado guineense assenta no factor financeiro e técnico.

Numa altura em que o debate politico nacional assenta numa eventual reconfiguração do Governo actual, sobretudo com a assinatura ontem da adenda do Pacto de Transição e o Acordo Politico, por parte de algumas formações políticas, entre as quais, o PAIGC, assim como a Sociedade Civil, Serifo Nhamadjo, aponta o consenso como única saída para qualquer proposta e posição politica a propósito.

O Presidente da Republica falou ainda sobre uma agenda de transição para a Guiné-Bissau e é o que vai dizer aos seus homólogos da CEDEAO.
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