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Bispo de Benguela diz que o Islão é adverso a preceitos da Constituição angolana.


Dom Eugénio Dal Corso adverte que o islamismo não possui pendor religioso suficiente para a sua legalização em Angola.

O Bispo da Diocese de Benguela vê no Islão um conjunto de organizações que representam perigo para a sociedade. Num claro aviso ao Governo, Dom Eugénio Dal Corso adverte que o islamismo não possui pendor religioso suficiente para a sua legalização em Angola.

O prelado católico fez este pronunciamento imbuído no espírito de que as novas seitas não fazem o bem. Elas representam, antes pelo contrário, um factor de divisão entre as comunidades, segundo aquele responsável católico.

Dom Eugénio Dal Corso aponta o islamismo como um conjunto de organizações detentoras de poder financeiro, comercial e até mesmo político, cuja missão acaba por ser adversa a preceitos patentes na Constituição angolana.

O perigo do Islão em Angola não foi a única advertência feita na sua última aparição em público.

O Bispo de Benguela afirmou também que o combate à pobreza passa por um forte investimento nas vias de comunicação.

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