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Biocom aumenta produção apesar de destruição de matéria prima

  • Isaías Soares

Usina de acúcar da Biocom

Usina de acúcar da Biocom

Trezentos hectares de cana-de-açúcar foram consumidos pelo fogo.

Cerca de 300 hectares de cana-de-açúcar foram consumidos pelo fogo este mês no campo agrícola da Companhia de Bioenergia de Angola (Biocom), em Malange.

Entretanto, a empresa anunciou o aumento da produção de etanol, açúcar e energia eléctrica.

O responsável da área social da Biocom, João Bernardo dos Santos, em declarações à Agencia Angolana de Noticias (Angop), acusou caçadores furtivos pela acção que é uma prática frequente na época seca em pontos frequentados por caçadores, pescadores e camponeses.

A firma que está a projectar acções de sensibilização junto dos habitantes do perímetro cultivado sobre o efeito negativos das queimadas, tenciona aumentar a oferta para satisfazer as necessidades do mercado nacional.

“Nós vamos colher aproximadamente 510 mil toneladas de cana-de-açúcar e vamos produzir aproximadamente 47 mil toneladas de açúcar, a cada ao que passa a Biocom tem o objectivo de aumentar a produção”, revelou a chefe de operações Nádia Soares.

Entre 100 e 200 metros cúbicos de etanol são produzidos diariamente, enquanto a geração de energia ronda os 80 gigawatts, uma parte para o consumo interno e outra para o sistema eléctrico nacional.

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