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Bin Laden morreu mas a ameaça está viva


Sessão de treino de uma unidade de elite dos Navy Seals

Sessão de treino de uma unidade de elite dos Navy Seals

Hillary Clinton lembra que a guerra contra o terrorismo não acabou com a morte do líder da al-Qaeda.

As autoridades americanas reagiram ao júbilo com que os americanos receberam a notícia da morte de Osama Bin Laden, lembrando que a guerra contra o terrorismo não acabou.

O raid no Paquistão, que acabou com Bin Laden, levou o residente Obama a dizer que se fez justiça e a secretária de Estado, Hillary Clinton, a lembrar que a guerra contra o terrorismo não acabou com a morte do líder da al-Qaeda.

"Ao celebrarmos este marco somos lembrados que a luta contra a al-Qaeda e os seus grupos de terror não acabou com a morte de Bin Laden", afirmou a secretária de Estado.

Secretária de Estado Hillary Clinton

Secretária de Estado Hillary Clinton

John Brennan, adjunto do Presidente para a Segurança Interna e Anti-Terrorismo, disse aos jornalistas que a al-Qaeda foi danificada mas continua a ser perigosa apesar de, no seu entender, estar fora de sintonia com o mundo islâmico.

Apesar disso, o nível de alerta anti-terrorista nos Estados Unidos não foi aumentado. O Departamento de Segurança Interna disse que não era preciso porque, nos 10 anos após o 11 de Setembro as medidas de segurança foram aumentadas e o país mantém-se em alerta elevado.

Uma espécie de alerta mental é vivido por responsáveis locais, como o chefe da polícia de Los Angeles, Charlie Beck. Ao celebrar a morte de Bin Laden, ele pede às pessoas que se mantenham, atentas e vigilantes.

"Ao saborear a vitória devemos manter-nos cientes de que remover o líder não acaba com a organização. Continuamos a enfrentar ameaças significativas… E, apesar de não haver ameaças específicas contra Los Angeles, há uma ameaça geral e a minha obrigação é manter a cidade segura", sublinha

Uma residente de Los Angeles que precisou de ir ao aeroporto, ficou aliviada por ver segurança extra no local. Margaret Gray conta que as medidas de segurança adicionais não eram extraordinárias, mas o suficiente para se perceber que as autoridades estão atentas, alerta e preparadas.

O analista Robert Guttman, da Universidade Johns Hopkins, prevê a continuação de medidas acrescidas de segurança nos Estados Unidos, sobretudo em Washington e Nova Iorque. O número dois de Osama Bin Laden, Ayman al-Zarahiri, continua a monte.

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