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Expectativas para o parlamento de Bissau

  • Lassana Casamá

Capital da Guiné, Bissau, Abril 2014

Capital da Guiné, Bissau, Abril 2014

Os novos parlamentares tomam posse daqui há nove dias e mediante a um clima político-social muito expectantente.

Na Guiné-Bissau está assente a expectativa dos guineenses sobre as novas autoridades saídas das recentes eleições gerais, que puseram termo à dois anos do período de transição.

Tudo vai começar com o empossamento de novos deputados previsto para a próxima semana.

Os novos parlamentares tomam posse daqui há nove dias e mediante a um clima político-social muito expectantente.

Um parlamento dominado pela maioria absoluta do PAIGC, com 57 deputados, seguido do PRS, com 41 mandatos, 2 do Partido da Convergência Democrática, 1 da União Para Mudança e 1 do Partido Nova Democracia.

Não há rodeios na expressão das pessoas ouvidas a volta o cenário político emergente das recentes eleições gerais. No seio dos guineenses, o retorno a normalidade constitucional, representa o maior desejo de momento, misturada a uma expectativa de ver o país melhorado a todos os níveis:

Os novos deputados tomam posse no próximo dia 13 do corrente, que será seguida da investidura do Presidente Eleito, José Mário Vaz, que, por sua vez, a luz da constituição da república, vai empossar o Governo, cuja composição se limita ainda ao círculo próximo do Primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira.

A expectativa não se limita apenas aos guineenses comuns. Para quem, pela primeira vez, experimenta o exercício político na Assembleia Nacional Popular, a ansiedade é outra. Bernardo Braima Mané, vulgo Braima Cubano, é deputado eleito do PRS para circulo 7, em Mansaba, norte da Guiné-Bissau:

Enquanto isso, Babuna Djábi, outro novo deputado guineense, do PAIGC para o círculo 25, em Bissau, e que, igualmente, toma posse na semana que vem, define a política que vai nortear a sua actuação na Assembleia Nacional Popular a favor do seu eleitorado:

Novos deputados tomam posse na próxima semana, como segundo passo, depois da realização de eleições, para a restauração da ordem constitucional, dois anos após o golpe militar de 12 de Abril de 2012.
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