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Benin junta-se à luta contra o Boko Haram

  • Redacção VOA

t Thomas Boni Yayi

t Thomas Boni Yayi

Cinco nações da África ocidental agora envolvidas na guerra contra o grupo islâmico

Mais um país da África ocidental decidiu juntar-se à luta contra o grupo islâmico Boko Haram aumentando para quatro o número de nações que vão formar uma força multinacional para combater aquele grupo

O presidente do Benin Thomas Boni Yayi anunciou que vai enviar 800 soldados para a força multinacional que vai combater o Boko Haram.

A decisão foi anunciada após um encontro com o presidente da Nigéria Muhammadu Buhari.

O presidente nigeriano, que tomou posse a 29 de Maio, tem estado a encontrar dificuldades em fazer face à rebelião do Boko Haram que nos últimos dois anos causou já a morte de oitocentas pessoas.

A violência alastrou-se para o Chad e Camarões países que têm feito face a uma onda de ataques de bombistas suicidas sem precedente e outros ataques nas zonas fronteiriças

O presidente nigeriano visitou os Camarões no inicio desta semana para discutir o combate ao grupo islamita, e deslocou-se agora ao Benin para participar nas celebrações dos 55 anos de independência do pais.

Boni Yayi disse a jornalistas depois do encontro com Buhari que o Benin vai demonstrar a sua solidariedades com os seus “irmãos de armas” em luta na região enviando um contingente de oitocentos homens para combater o Boko haram.

A força multinacional de 8.700 homens da Nigéria, Camarões, Níger, Chad e agora o Benin deveré entrar em acção em breve, disse o seu comandante o Major General Illyia Abbah.

A força tem o seu quartel general no Chad e deverá permitir uma melhor coordenação dos países em luta contra o Boko Haram.

Esses países lançaram uma ofensiva em Fevereiro que obteve sucesso mas não conseguiu neutralizar o grupo

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