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Sanhá era pouco conhecido em Moçambique


A fachada do Hospital Militar Val-de-Grace ,em Paris, onde Malan Bacai Sanhá morreu, esta segunda-feira.

A fachada do Hospital Militar Val-de-Grace ,em Paris, onde Malan Bacai Sanhá morreu, esta segunda-feira.

Em Maputo, ainda não há reacção oficial sobre a morte do presidente da Guiné-Bissau

Em Moçambique ainda não há reacção oficial do governo sobre a morte do presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá.

O presidente Armando Guebuza está na África do Sul, onde participou, neste domingo, na festa do centenário do Congresso Nacional Africano, ANC, partido no poder naquele país vizinho. O Chefe do Estado é acompanhado pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Eduardo Koloma, o que indica que o próprio chefe da diplomacia moçambicana, Oldemiro Baloi, deve estar de férias. Não tem sido tradição em Moçambique haver reacção imediata a este tipo de situações de morte de personalidades.

Quando acontece aposição é tomada através de comunicado de imprensa da Presidência da República ou então os jornalistas interpelam o próprio Chefe do Estado num evento público.

A Frelimo também tem reagido tardiamente e em forma de comunicado de imprensa. O mesmo acontece com outros partidos políticos, sendo uma questão considerada cultural em Moçambique.

A imprensa tem estado a insistir para a mudança de atitude, mas tudo continua na mesma.

Malam Bacai Sanhá é uma figura pouco conhecida em Moçambique, apesar de ter sido membro do PAIGC, aliado da Frelimo, partido no poder em Moçambique.

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