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Autoridades moçambicanas garantem eleições limpas e sem sobressaltos

  • João Santa Rita

Felisberto Naife, Director Geral do STAE

Felisberto Naife, Director Geral do STAE

Camiões, barcos e helicópteros levam material a 11 milhões de eleitores.

O processo eleitoral de Moçambique entrou hoje, 9, na sua recta final com a fim da formação dos membros das assembleias de voto.

Camiões, barcos e helicópteros estão a ser mobilizados para levar a todos os recantos do país o material necessário para garantir que os quase 11 milhões de eleitores possam, se assim quiserem, votar na próxima quarta-feira.

São 17.010 assembleias de voto nas quais estarão a trabalhar pouco mais de 120 mil membros que receberão subsídios governamentais que vão de 1500 meticais a 2200 meticais.

Grande parte do material de voto e listas de contagem já se encontra nas províncias e Felisberto Naife, director geral do Secretariado Técnico da Administração Eleitoral, disse estar confiante que tudo chegará a todas as zonas.

Segundo Naife, um dos requisitos é que apenas o presidente de cada assembleia terá acesso a um telefone celular e só poderá usá-lo na presença dos outros membros e, apenas, para contactar o secretariado ou a Comissão Nacional de Eleições.

Interrogado sobre a possibilidade de fraude, como aconteceu no Gorue nas eleições municipais, que levou à repetição das mesmas, Naife disse estar confiante que a situação é agora diferente

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