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Autoridades angolanas permanecem silenciosas depois de alertas à segurança

  • Arão Ndipa

Baixa de Luanda com vista para a marginal

Baixa de Luanda com vista para a marginal

Sem entrar em pormenores, a embaixada americana apontou o Belas Shopping, o centro comercial Ulengo e o Hotel Baía , como locais a serem evitados.

As autoridades angolanas ainda não se pronunciaram sobre os recentes alertas do departamento de estado americano e do governo britânico,aconselhando os seus cidadãos sobre uma suposta ameaça à segurança em três capitais provinciais do país. Na semana passada a representação diplomática americana disse ter recebido informação sobre “uma potencial ameaça à segurança em Luanda” e aconselhou os seus cidadãos a evitarem dois centros comerciais e um hotel na capital angolana.

Sem dar mais detalhes, a embaixada americana apontou o Belas Shopping (na área de Talatona de Luanda), o centro comercial Ulengo (na área de Viana em Luanda) e o Hotel Baía (localizado na Nova marginal em Luanda), como locais a serem evitados.

O comunicado recomenda os cidadãos americanos a “reverem os seus planos de segurança pessoal”, a “manterem um alto nível de vigilância e a tomarem as medidas apropriadas para melhorar a segurança pessoal e a seguirem as instruções das autoridades locais”.

O governo britânico emitiu no sábado passado uma nota a desaconselhar os seus cidadãos a visitarem as províncias angolanas de Cabinda e Lunda Norte devido a uma "ameaça leve de terrorismo”.

A nota publicada no portal do governo britânico advertia os seus cidadãos a “evitarem reuniões políticas e manifestações” e a estarem atentos “aos avisos e recomendações das autoridades de segurança locais”

Para nos falar sobre o assunto, ouvimos activista cívico Willy Piassa e o director geral do centro comercial Ulengo, Pedro Neto.

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